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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Nothing Like Us - ONE SHOT


se quiser, leia ouvindo


Para quem acha que tudo é perfeito, engana-se. Quantas e quantas pessoas fizeram algo que você não esperava? Quero dizer, algo que você pensava que a pessoa nem seria capaz de fazer. Assim pensava Barbara, namorada de Justin, a típica garota mimada que tem tudo o que quer, mas que levaria uma vida miserável se não fosse por ele. Nem diferente de Justin, que tinha os pés no chão, e falando em fortunas, ele não possuía muitas. Mas o que realmente interessa é que eles se amavam mesmo assim. Todo mundo criticava aquele casal, porque de fato, eles estavam sempre brigando e depois não se largavam de tanta melação junta. Mas dessa vez, seria A VEZ. Barbara se sentia muito mal, pois sempre circulavam rumores de que ele havia a traído e agora foi diferente de todas as outras: ela viu, ela testemunhou o namorando pegando outra. Justin, não se lembrando de nada por conta da bebida e das drogas e se achando inocente, sempre fugia para uma floresta próxima da casa deles, era o seu esconderijo onde ele refletia sobre seus erros e problemas, e fazia coisas como fumar maconha para descontrair. Era seu lugar. Barbara decidiu ir atrás dele porque simplesmente sentia necessidade de estar junto, ele era tipo uma droga para ela, daquelas que você quer experimentar e depois nunca mais larga.
Ele ia cada vez mais fundo pela rala trilha no meio de tanto verde. Barbara se assustava um pouco com aquele lugar, mas sabia que apesar do cara perigoso que Justin era, ele estaria ali para protegê-la se algo acontecesse. Sim, ele a traiu, mas ela sentia a necessidade de vê-lo, saber o que ele estava fazendo. Por isso o seguiu.
Justin não percebeu que ela estava ali, apenas chegou a uma pequena clareira, sentou em um tronco deitado no chão e tirou algumas coisas do bolso. Barbara se aproximou ainda sem ser vista, e viu que ele acendia um beck. Bieber sempre a chamava para fumar, era um costume de ambos. Sabiam que não fazia bem para a saúde, mas fazia bem para a alma, almas que estavam sempre tensas e descontavam a tensão um no outro.
Ela se aproximou mais, até que ele ouvisse o barulho de seus passos sobre as folhas secas e levantasse a cabeça após uma tragada. Uma expressão confusa tomou conta de seu rosto, mas ele sabia que uma hora um ia procurar o outro. Não demorou.
- Não vai me chamar pra fumar com você?
- Mas eu não te traí? – ele respondeu após alguns segundos pensando na pergunta da garota, que se sentou ao seu lado no tronco.
- Traiu. Eu vi com meus próprios olhos, Justin. Você e aquela escrota se agarrando.
- Então por que está aqui?
- Você não quer que eu esteja?
- Quero. Você sabe que eu quero. Mas por quê? Há algumas horas você estava puta, agora está se sentando ao meu lado.
- Eu só... só não consigo ficar longe de você. – ela disse, tirando o cigarro de sua mão e dando uma tragada, soltando a fumaça como ele havia a ensinado.
- Você nunca muda seu jeito. - ele respondeu segundos depois, tirando o cigarro da mão dela. - Mas eu te amo mesmo assim...
A garota suspirou pensando no que Justin tinha acabado de falar, mas era sempre assim, ele sempre fazia merda e como ele sabia que ela sempre ia voltar para ele, um pedido de desculpas parecia sempre o suficiente.
E ele estava certo, ela sempre voltaria para ele. Não importa o que acontecesse. Ainda refletindo no que acabara de escutar, apenas olhou para ele, contemplando seu rosto angelical e seus olhos mel, que pareciam tristes. Aquele olhar transmitia uma tristeza, não de agora, mas de há muito tempo atrás.
Justin tinha problemas em casa, mas nunca gostava de falar nisso, mesmo que a garota tentasse, ele nunca se abriria desse jeito para ela, nunca conseguia desabafar com ninguém, porque no fim, acabava descontando na pessoa mesmo sem querer. Mas era nele que Barbara encontrara sua paz interior. Ela precisava dele.
- O que está pensando? - Justin perguntou atirando o cigarro no chão e pisando na ponta para apagá-lo, sorriu involuntariamente.
- Em como você fica sexy de gravata. - a garota disse por fim, amenizando o clima de drama que por ali se tinha espalhado. Justin apenas tirou a gravata já alargada e olhou para ela, malicioso.
- E como eu disse...- respirou fundo antes de agarrar a cintura dela. - Você nunca muda seu jeito. - colou seus lábios nos dela iniciando um beijo já esperado pela garota.
As línguas de ambos moviam-se de modo voraz. Justin subiu a mão de sua cintura pelo seu corpo, levando a regata colada que ela usava junto e ela subiu os braços para ajudar a retirar a peça. Ele a deitou sobre o tronco, continuando a beijá-la e colando seus corpos. Não era nada confortável, as costas de Barbara ralavam sobre a superfície áspera. Ela o empurrou um pouco numa tentativa de girar seus corpos e ficar por cima, para não sentir o atrito dolorido, mas tudo que fez foi derrubar os dois na grama. Ele separou seus lábios, numa risada. Justin raramente ria, e saber que ela o faz rir é uma das melhores sensações do mundo.
- O que estava tentando fazer? – ele sussurrou perto de seus lábios.
- Tava doendo. E agora tá pinicando. – ela explicou, dando outro impulso para girá-los. Ele riu mais uma vez e fez com que os dois se sentassem. Desabotoou sua camisa social xadrez, tirando-a e esticando no chão.
Puxou-a novamente pela cintura e a deitou ali, subindo em cima de seu corpo e beijando seu pescoço.
- Melhor assim? – perguntou e a garota respondeu com um grunhido. Voltou a beijá-la enquanto desabotoava os jeans que usava.
“Droga, ela sempre tem que usar essas calças justas.” - pensou. Ela o ajudou movimentando as pernas e retirando a peça. Barbara passava a mão por seu abdômen enquanto ele mesmo dava um fim em suas calças.
Justin não sabia o que tava dando nele, sua mente tava uma confusão entre desejo e medo, e todas as sensações estavam aumentadas por conta da droga.
Barbara não parecia notar a confusão do rapaz, tudo que queria era senti-lo próximo novamente. Ele tentava desligar sua mente e se concentrar em suas ações. O que conseguiu, tirando o restante das mínimas peças que impediam o contato entre aquelas partes de seus corpos. Invadiu seu corpo sem aviso, e toda a bagunça na mente de ambos foi substituída pelo prazer que sentiam.
Estavam naquela clareira, no meio do nada. Seus gemidos eram os únicos barulhos audíveis entre os movimentos. Justin continuava, mudando o ângulo para fazê-la sentir diferentes sensações, o que dava certo, a julgar por seus gritos de satisfação.
Ele caiu ao lado da garota, ambos ofegantes. Ela abriu um sorriso.
- Nós estamos bem, não é? – perguntou. Justin hesitou um pouco para responder, mas sabia que resposta deveria dar.
- Sim. – simples, porém de grande efeito em Barbara, que esperava ansiosamente. Deu mais um sorriso, o puxando para o beijo e fechou os olhos, caindo no sono.
Justin vestiu as roupas íntimas na menina e ficou a observando dormir. Sabia que a calma não permaneceria muito tempo por sua mente. Tinha tantos problemas... e nenhuma resposta.  
Justin sempre se sentiu inútil, por muito que tentasse proteger quem amava, acabava perdendo no final. Perdeu sua mãe, apenas deixando seu pai que nem por noticias dele procurava, então Justin praticamente vivia com seus avós, com quem seu relacionamento parecia forte, mas quando o nome do pai era citado em sua casa, tudo mudava. Justin sempre jogava pela defensiva, ofendendo os que o rodeavam. Não sabia como se comportar com as pessoas, não sabia se relacionar. E sua garota era uma das únicas pessoas que o entendia. Mesmo sabendo de menos que a metade do que se passa em sua mente.
Ele até hoje ainda se perguntava o porquê daquela garota bagunçar a mente dele e agitar seu coração cada vez que ela o olha.
Observava cada mínimo detalhe dela, ela simplesmente se encaixava no tipo de padrão que ele sempre desejara.
Mas, pensava que ele nunca seria bom para ela, enquanto ela corria atrás dele, ele estava em baladas com inúmeras garotas. Enquanto ela demonstrava para o mundo que o amava, ele apenas escondia mais o relacionamento que tinham. Ela se humilhava na frente de todo mundo, ela chorava por ele, ela morreria por ele, enquanto ele não ligava a mínima para ela.
Chegou à simples conclusão de que ele não merecia alguém como ela, de jeito algum. Não podia continuar a se enganar e enganá-la. Ele não era bom o bastante.
Ele se levantou, vestindo suas calças e encarando o escuro da floresta. Se ele não tinha mãe, praticamente não tinha pai e seus avós o ignoravam, não tinha uma família. Se não podia fazer Barbara feliz, não podia ficar com ela. Justin não possuía nada que o fazia querer continuar vivo. Nada que o prendesse nesse mundo que só o deixa confuso. Não podia continuar aqui, com essa garota que dava tudo por ele, sem poder retribuir.
Deu um beijo na testa de Barbara e olhou-a mais um pouco. Ele não merecia isso. Não merecia tê-la. Ela precisava de alguém que pudesse a amar e dar um mundo por ela. Que não tivesse uma vida complicada como a dele.
Vida complicada a qual ele queria dar um fim.
Um fim improvisado e rápido. Apesar de tudo, não merecia sofrer mais do que já sofria a cada dia. 
Decidido a acabar com essa vida miserável que ele possuía, pegou uma corda, uma faca e a carta que tinha em sua mochila, mochila essa que Barbara tinha oferecido a ele no primeiro aniversário de namoro deles, que ele tem guardado e usado com cuidado até hoje. Sorriu ao se lembrar disso e riu baixinho, ironicamente, pensando no que poderia ter mudado na sua vida enquanto podia.
Atou a corda a uma árvore não muito longe dali, mas longe do campo de visão de Barbara, que ainda dormia serenamente, como um anjo.
Subiu à árvore em seguida, ainda pensando no rostinho da sua garota, pela última vez. Logo atou uma parte da corda de forma que ficasse na medida do seu pescoço. E deixou seu corpo cair.
Esse era o fim dele, simples e doloroso.
A corda machucava seu pescoço já sem vida, fazendo um pouco de sangue escorrer por seu tronco nu.
Na clareira, Barbara despertou com a luz do sol, percebendo imediatamente a ausência de seu amado.
- Justin? – sem resposta. – Justin! Isso não é engraçado. Cadê você? – novamente nada. – JUSTIN! – ela gritou mais alto.
Começou a entrar em desespero, lágrimas saiam de seus olhos.
- Justin! – não parava de gritar seu nome enquanto levantava e vestia a camisa social xadrez que estava por baixo de seu corpo. Viu a mochila aberta, mas não se preocupou em olhar dentro dela. – Justin! – saiu a sua busca até os limites da floresta.
Correu pelas bordas e adentrou um pouco, sentindo a terra úmida em seus pés.
- Justin! Você tá aí? Justin! – a voz saía esganiçada de sua garganta devido ao choro.
Até que chegou a uma árvore. Uma árvore com o corpo da pessoa que ela mais amava no mundo pendurado por uma corda em seu pescoço.
- Justin! Não! Justin! Acorda! – ela chegou até o corpo. – Não Justin! Por favor! – encostou-se ao corpo sem vida e sentiu a pele gelada. Sabia do que se tratava. O desejo pela morte que ele possuía. Chorou. Chorou mais do que era possível. – Por favor. – ela sussurrava contra a barriga dele, a altura que seu rosto alcançava. – Justin, não... eu te amo. – falava, mas sabia que de nada adiantaria. Ele estava morto. Morto. Nada que ela tenha feito no tempo que ficaram juntos fez sua vontade de morrer passar. Barbara fora inútil assim como Justin sentia que era inútil.
Com os movimentos limitados devido à fraqueza que seu corpo havia adquirido, procurou algo em seu bolso. Alguma pista. Encontrou um papel dobrado minuciosamente.
“Para Barbara” era o que havia em um dos lados. Ela desdobrou rapidamente, revelando um texto.

"Sei o que estará pensando no momento, até consigo contar quantas lágrimas estão caindo do seu rosto, consigo te escutar soluçando como um bebê... sei que provavelmente você não sabe porque fiz isso, eu nunca te contei. Minha depressão vai muito além do que uma mísera depressão, eu tenho uma doença suicida o que, ao estar depressivo me leve à tentativa de suicídio. Não dera certo em todas as vezes que eu tentei, mas se você está lendo essa carta, agora foi de vez.
Nossa relação sempre teve mais baixos do que altos propriamente, não é? Mas nem assim eu deixei de te amar, eu sempre serei seu garotinho, aquele garoto que te conquistou com 15 anos e que estaria querendo te levar para o altar agora com 20 anos, e daí a alguns anos.
Mas você realmente não me merecia, você era essa pessoa forte, que sustentava nossa relação sozinha, era você que demonstrava maior parte do amor, mas acredite, eu te amava muito mais do que aquilo que parecia. Amor é uma palavra tão simples com um significado tão complexo, e para mim, essa palavra me agonizava, porque nunca soube realmente o que era amar até você ser minha.
Barbara Palvin acredite, se eu pudesse tirar um pouquinho da sua dor agora e levar comigo para o céu, eu tiraria. Mas não posso, só posso prometer que estarei cuidando você lá de cima, do além.
Mesmo você pensando que é mentira, a verdade mais pura que já saiu da minha boca em toda a minha vida é que eu te amo com todas minhas forças, e não vai ser esse abismo enorme que vai nos separar, eu prometo.
Sempre que você se sentir sozinha, desolada, deprimida, sempre que você quiser escutar minha voz só mais uma vez, liga pro meu celular.
Te amo, não importa onde esteja.
Justin."

Barbara se sentia desolada. Ficou pensando no que ele mandou fazer se estivesse desolada. Ligar em seu celular, ouvir sua voz. “Se ele estava morto, como eu poderia ouvir sua voz?” pensou. Pegou o aparelho prateado que guardara no bolso da camisa de Justin que vestia e discou o número que fazia uma foto dele aparecer na tela. Lutando com sua mão que tremia, colocou o aparelho contra a orelha e ouviu o chamado.
“Você ligou para Justin Bieber.” Ela pensou que seria a única frase que ouviria para o resto da vida, mas havia mais. “Eu te amo Barbz.” Só isso. Uma simples frase que fez todo o seu mundo desabar. Deixou que o aparelho caísse.
Não sabia o que pensar, o que fazer ou o que sentir. Caiu na terra macia, e com esse movimento, encontrou uma faca. Uma faca com fiapos da corda, a corda que o matara.
Não saberia viver sem a única pessoa que a trazia algum tipo de felicidade ao seu ser. Estava diante da maior decisão que já teve que tomar, com uma carta em uma mão e uma faca afiada na outra. Se levantou e ficou em frente ao seu amado.
- O que eu faço Justin? Você tem noção do que acabou de fazer? Tem? – não conseguia parar de chorar. – Você realmente acha que eu consigo continuar vivendo nesse mundo medíocre sem ter a única força que me mantinha viva? Você. Eu não te tenho mais. Não me resta mais nada. Não posso me agarrar a essa vida, mas posso ir junto com você. – apontou a faca para seu peito. – Te vejo lá em cima. – e apertou com toda a força que possuía o objeto pontudo contra seu coração, dando um último grito e fazendo o sangue escorrer por seu corpo.
O corpo sem vida da garota caiu sobre a terra úmida, sem deixar de segurar a carta. 


FIM


essa one shot foi escrita por Laura e Bruna. Melancólica, não é? Hahaha
marquem o quadradinho "oi eu li" se vocês leram essa fic e nos digam no twitter o que acharam, a opinião de vocês é importante! 

domingo, 13 de janeiro de 2013

Unknown - ONE SHOT


     Não era a primeira vez que eu fazia isso. Da outra vez dera certo, então por que não repetir a dose? Aqui eu estava, na suíte do hotel em Toronto com Chaz Somers. Eu realmente não sou o tipo de cara que vou dormir às onze da noite sem aproveitar a noite da cidade animada que é Toronto. Nem Chaz. Iríamos nos disfarçar e ir para algum bar desconhecido, algo de errado nisso? Tudo. Alguém liga? Eu não.
     Estava bem frio, o que facilitava nossos disfarces em 100%. Coloquei calças jeans, vans pretos, uma touca preta e casaco com capuz. Completei com óculos escuros, foda-se se estava de noite ou se eu estava parecendo um marginal, eu precisava esconder minha cara de anjo astro pop de algum jeito. 
     Nós dois estávamos prontos, com as identidades devidamente escondidas – Chaz também poderia ser reconhecido por alguma fã, o que seria bem desagradável, por isso ele também se disfarça.
- Pegou tudo? - perguntei, ele sabia do que eu estava falando. Sorriu de lado e tirou um saquinho com dois baseados do bolso. Era apenas algo que gostávamos de fazer de vez em quando, nada preocupante. - Vamos. 
     Abri a porta do quarto devagar, conferindo o corredor. Vazio.
     Descemos de escada até o térreo. A mesma dava em um lugar mais na lateral do saguão, que nos permitia sair pela grande entrada tranquilamente sem que ninguém notasse. Mesmo disfarçados, as pessoas poderiam desconfiar se saíssemos do elevador normalmente. Andamos por dois quarteirões e viramos em uma rua com alguns bares movimentados.
     Paraíso.
     Eu nunca poderia ir a um bar sendo eu mesmo, Justin Bieber. Talvez daqui uns 10 anos, quando tudo tiver perdido a graça e eu tiver passado da idade de curtir a vida. Escolhemos o primeiro, poucas luzes, algumas mesas e lugares vagos no balcão. Sentamos nos bancos altos e pedimos duas cervejas, ficando encostados no balcão observando o movimento. Muitas mulheres bonitas frequentavam o local, inclusive uma morena em especial me chamou atenção na pequena pista de dança em frente ao balcão, mas eu observaria mais um pouco antes de tentar algo, deveria ser o mais cuidadoso possível. 
     Avistei um aviso luminoso apontando para uma área para fumantes, sinalizei a Chaz que já foi se levantando com uma das mãos no bolso, já que a outra segurava a cerveja.
     Decidimos dividir um agora e deixar o outro para mais tarde. Chaz acendeu e deu a primeira tragada, me entregando depois. Quando acabamos, fiquei com a impressão de que a música estava mais alta e as luzes um pouco mais brilhantes, porém eu estava completamente lúcido, eu e Chaz não costumávamos nos afetar TANTO com o efeito da droga, apenas ficávamos um pouco mais animados.
     Voltamos ao balcão e pedimos outras cervejas. Com essa garrafa já no fim, avistei a morena com uma amiga loira. Eu gostava de morenas e Chaz de loiras, a oportunidade estava bem diante de nossos olhos. O dei uma ombrada e fiz um sinal com a cabeça. Ele assentiu. Pedimos mais quatro garrafas de cerveja, duas delas para oferecer às garotas, já que percebemos que as mesmas não estavam bebendo nada. 
     Tocava uma música do The Wanted, Invincible, a qual as duas tentavam dançar, mas foram impedidas por dois caras que as abordaram. Aquilo não duraria muito tempo, os dois pareciam chapados demais para conversar e conseguir que elas ao menos os respondessem. Eu e Chaz nos encostamos em uma pilastra perto e ficamos observando a cena por cerca de dois minutos. Elas os recusavam e eles continuavam insistindo. Chega, teremos que intervir. 
     Quando eu cismo com uma garota, não é um ridículo chapado que vai ficar no caminho, sinto muito.
     Fomos até lá e cutucamos o ombro de cada um, que viraram e nos encararam. Minhas suposições eram verdadeiras, seus olhos estavam muito vermelhos. Fico puto com isso, não sabe usar a droga direito não usa, cara! Vai ficar aí louco tentando pegar essas gostosas sem conseguir pronunciar uma palavra sem se enrolar na própria língua! Claro, elas super iriam querer transar com vocês!
     Já disse, cismei com a garota. 
     Fiz a minha melhor cara de mal e um sinal com a cabeça para eles saírem. Jurei que não seria o suficiente, mas por incrível que pareça, foi. Talvez pela minha aparência de marginal com aquela touca e capuz por cima. Nunca se sabe quando eu poderia ter uma arma escondida. Que vontade de rir. Eles as soltaram e saíram cambaleando até o bar em questão de dois segundos. A morena sorriu pra mim e levantou uma sobrancelha, com uma cara de dúvida. Eu já não estava mais de óculos escuros, o ambiente escuro fazia o trabalho de esconder um pouco meu rosto, mas continuava de touca e capuz, o que era o suficiente para ela me achar no mínimo estranho, porém continuava sorrindo. Ofereci a garrafa de cerveja, a qual ela pegou na hora e deu um gole. Vi Chaz conduzindo a loira para algum canto que não me preocupei em saber, tinha bem mais com o que me preocupar.
     Peguei em sua cintura a virando de costas para mim, começamos a andar e a conduzindo para um canto longe da movimentação. Quando chegamos a uma parede, a virei novamente para mim, encontrando seus olhos analisando meu rosto. Deus, permita que ela não seja uma de minhas fãs loucas, obrigado.
     Tomei um gole de minha cerveja, também a analisando e cheguei perto de seu rosto, para que ela me ouvisse.
- Qual é seu nome? - pergunta essencial.
- Barbara. O seu? - ela disse também perto da minha orelha. Eu mal havia conhecido a garota e já estava me arrepiando com a sua voz contra a minha orelha.
- J… Daniel. Danny. - quase falei meu nome real. Quase. Inventei um nome qualquer seguido de um apelido, espero que eu lembre dele depois se por um acaso eu estiver bêbado daqui a algumas horas.
- Hmm Danny... - ela pareceu um pouco desconfiada por eu ter me enrolado um pouco, mas não deu em nada.
     Ficamos conversando com respostas curtas por alguns minutos, até nossas cervejas acabarem. Tirei a garrafa verde vazia de sua mão e deixei junto com a minha em uma mesa perto dali. Agora com as mãos vazias, eu poderia a encurralar na parede ou algo do tipo, ela estava totalmente na minha, eu só precisava tomar a atitude.
     Coloquei uma mão espalmada na parede de cada lado do seu rosto e cheguei bem perto. Senti a sua respiração irregular batendo contra o meu rosto.
     Ela fechou os olhos e mexeu os lábios de um modo que me chamaram a beijá-la. E foi o que eu fiz. Iniciei o beijo calmamente, mas logo pegamos um ritmo mais rápido, movendo nossas línguas e lábios em uma velocidade impressionante.
- Danny. - ela murmurou, roçando seus lábios nos meus. Ah, é, eu deveria atender por aquele nome.
- Fala. - respondi.
- Vamos beber alguma coisa. - ela meio que ordenou, já saindo da minha frente e me puxando pela mão até o bar. Arrumei minha touca que ela havia tirado do lugar durante o beijo e segui o caminho.
     Pedi dois shots de tequila e o barman me atendeu prontamente, colocando os dois copinhos em nossa frente e enchendo até a boca, colocando também limão e sal ao lado. Sincronizadamente, colocamos sal entre o polegar e o indicador, lambemos e viramos os shots, mordendo uma das fatias de limão em seguida. Senti queimar dentro de mim, aquela era uma das minhas sensações preferidas no mundo. Olhei para Barbara e a vi apertar os olhos, depois vi uma expressão de alívio em seu rosto. Me virei para ela, queria conversar um pouco. E olha que isso é milagre pra mim, sou mais os atos físicos.
- Então Barbara… calma seu nome é muito grande, tem algum apelido que eu possa te chamar?
- Todos me chamam de Barbz. - ela disse, sorrindo. O sorriso dela era bonito.
- Ok Barbz… você mora aqui em Toronto?
 - Não, eu e minha amiga Candice estamos passando uns dias aqui, alugamos um apartamento. Nossa cidade é pequena então não tem muitas coisas pra fazer.
- De onde vocês são?
- De uma cidade a algumas horas daqui, você certamente não conhece. E você? É daqui?
- Hmm não, sou dos Estados Unidos. - menti. - Atlanta. - nem era tão mentira assim.
- Sei.
     Chaz surgiu com a garota do nada e nós quatro ficamos bebendo e conversando juntos. Estava tudo indo bem, quando vejo aquele filho de uma puta drogado do lado da Barbara. Ah não, foi fácil demais tirá-lo de lá àquela hora pra ser verdade. Ele ficou a olhando de cima a baixo e ela só não viu, pois estava de costas.
- Danny? Ta olhando o que? - ela perguntou, se virando na direção em que eu olhava.
- Ta olhando o que, otário? - a ignorei e dirigi a palavra diretamente a ele. 
     Ele se levantou do banco ao lado de Barbara e parou em minha frente, me olhando com os olhos ainda vermelhos.
- Vou te mostrar quem é o otário. - ele disse, virando um soco no lado esquerdo de meu rosto. Levei a mão ao local atingido imediatamente.
- Você me paga. - levantei e também o dei um soco. Rapidamente uma rodinha se formou a nossa volta, incentivando a briga. Olhei para o lado e vi Chaz brigando com o outro cara.
     Após mais dois socos de cada parte, Barbara entrou no meio de nós dois.
- Parem! - ela exclamou. No mesmo momento, ouvi sirenes de polícia. Fudeu. Olhei para Chaz, assenti, ele entendeu. Olhei para Barbara, peguei em sua mão e nós quatro saímos correndo do bar, por uma saída na lateral à que a polícia chegaria. Isso tudo levou segundos.
     Corremos por uns 2 minutos, até virarmos a direita em um beco onde não havia ninguém. Era meio escuro, ali estaríamos seguros. Recuperamos o ar, encostados ao muro, ofegantes. Do nada, começamos a rir.
     Esse não era o tipo de aventura que eu e Chaz buscávamos fugindo do hotel, mas foi bem melhor. Meu rosto deveria estar roxo e eu não sei como esconderia isso amanhã, mas deixaria esse pensamento pra depois, alguma coisa me dizia que essa noite estava longe de acabar.
- Vamos pro nosso apartamento. Não podemos correr o risco de ficar aqui e sermos encontrados por alguém que estava lá no bar. - Candice disse e Barbara concordou.
- Vocês estão de carro? - perguntei.
- É a dois quarteirões daqui. - Barbara disse, revirando os olhos.
- Como você queria que eu adivinhasse? Vamos.
     Saímos do beco olhando para os dois lados. Corremos até a rua que viraríamos e andamos mais os dois quarteirões, era na direção oposta ao hotel. Chegamos a um prédio não muito alto, quatro andares no máximo.
     Subimos e Candice destrancou a porta de um apartamento no terceiro andar. Quando alguém acendeu as luzes, vi meu reflexo em um espelho na sala e a marca vermelha em minha bochecha. Droga, estava latejando. Ficaria roxo.
- Seu rosto! - Barbara disse, chegando ao meu lado e tocando no hematoma.
- Ai! - reclamei.
- Deixa eu cuidar disso antes que fique roxo. Vem. - ela me puxou em uma direção que eu descobri ser a cozinha. - Senta aí. - fiz o que ela mandou e me sentei no balcão. Ela pegou um saco plástico e colocou algumas pedras de gelo, dando um nó e posicionando levemente no machucado em meu rosto. 
     Ficou colocando e tirando até eu conseguir aguentar a temperatura direto. Durante todo o procedimento, percebi que ela estava posicionada entre as minhas pernas e não pude deixar de me sentir hmm… excitado. Eu sou homem né, se eu tivesse com uma mulher dessas no meio de minhas pernas e não ficasse excitado, já podia me declarar viado.
Com o rosto bem perto do meu, ela disse:
- Você sabe que eu sei quem você é né? Não precisa mais fingir.
- Leonardo DiCaprio? - eu disse, a fazendo rir e rindo junto.
- Não, bobo!
- Então quem? - ok, se ela conhecesse um pouco de música pop e visse notícias de famosos, ela saberia quem eu sou, até porque eu já estava sem o capuz e minha touca estava meio bagunçada.
- Justin Bieber. - ela disse, tirando minha touca por completo. - Acho que você não precisa mais desses disfarces.
- Tem razão, sou eu. Decepcionada? - perguntei. Ela era um ano mais velha, talvez me achasse um pirralho magrelo.
- Eu saquei desde a hora que você afastou aquele sem noção de mim. Se eu estivesse decepcionada não teria deixado você me beijar. - me enchi de orgulho por um minuto. Essa garota maravilhosa percebeu que eu era "o cara que canta Baby" e não se afastou. Ótimo.
- Tá tão na cara assim? 
- Na verdade não. Você até que se disfarçou bem. Mas eu conheço bastante da música pop e logo reconheci.
- Entendi.
- E não se preocupe, eu não sou como nenhuma de suas fãs loucas.
- Como vou saber que não é?- levantei a sobrancelha, a desafiando.
- Tá duvidando de mim? Pra começar, se eu fosse, estaria surtando por você ter batido em um cara por mim e agora estar na minha cozinha comigo cuidando do seu rosto machucado.
- Ok, não precisa de mais motivos, eu acredito em você.
- E eu entendo que você saiu assim disfarçado para fugir delas e da mídia.
- Entende?
- Claro. Posso não ser famosa, mas estou na indústria. Sei como é ser perseguido dia e noite. Não que eu seja.
- Então só pra constar: você não está nem um pouco arrependida por ter ficado com "o cara que canta Baby" - fiz aspas com uma das mãos - e estar com ele na sua cozinha agora?
- Não. Aliás, eu ouvi seu último álbum e ele é bem legal.
- Obrigado. - sorri. – Mas, por favor, não vamos falar sobre isso.
- Só mais uma coisa. Não entendi até hoje por que a minha preferida não foi incluída no álbum.
- E qual é sua preferida? - perguntei, levantando uma sobrancelha e olhando em seus olhos. Ela chegou bem perto, com seus lábios próximos à minha orelha.
- Love me like you do… - sussurrou no ritmo da música. Ok, sem chances de eu conseguir me controlar depois dessa.
- Hold me tight and don't let go. - continuei em um sussurro, largando o saco de gelo e a puxando para um beijo em seguida.
     Mordi o seu lábio inferior, o puxando de leve e a apertei ainda mais contra meu corpo, isso porque ela estava no meio de minhas pernas. Certamente sentiu o volume que constava ali. Ela colocou os braços por cima de meus ombros, iniciando um beijo calmo, explorando cada parte de minha boca com sua língua.
- Vem. - ela disse, me puxando pela mão para que eu descesse do balcão. Foi me guiando pela sala e pelo corredor até a única porta aberta, que logo vi ser o seu quarto. A virei para mim, colando nossos corpos e a empurrando até a cama, onde quando caiu, deslizou até o travesseiro. Deitei-me por cima dela e voltei a beijá-la, oscilando entre sua boca e seu pescoço. Ela arfava enquanto eu descia os beijos até seu colo. Acho que eu falo por nós dois quando digo que não estamos muito afim de preliminares. Até porque eu não sabia que horas eram, mas já devia ser tarde e eu tinha que voltar ao hotel antes do amanhecer.
     Subi minhas mãos de sua cintura pela sua barriga por baixo da blusa, levantando a barra até a altura de seus seios. Enquanto passava as mãos por ali, a senti arranhar minhas costas por baixo de minha blusa, subindo-a ao mesmo tempo. Afastei um pouco nossos corpos para retirar a minha blusa e a vi tirando a dela. Fiquei hipnotizado por alguns segundos. Seu corpo era perfeito, bem mais perfeito do que podia ser visto antes com a roupa. Sem dúvida a mulher mais linda com quem eu já havia tido algo. 
     Eu até poderia parar e tirar os elogios apenas de meu pensamento e dizer para ela, mas no momento a minha vontade de afastar minha boca - agora colada em seus lábios - era zero. Tirei a minha carteira do bolso traseiro de minha calça e de lá, uma camisinha, a qual deixei ao nosso lado na cama. Desabotoei minhas calças e Barbara me fez o favor de puxá-la para baixo com seus pés. Tratei de puxar a sua saia brilhante colada em seguida, jogando-a longe. Passei a mão por suas pernas, me demorando em suas coxas e chegando em sua bunda, apertando. Gostosa.
- Você é… - meus olhos demoravam em cada ponto de seu corpo. Não terminei a frase, apenas colei nossos lábios e comecei um beijo veloz, necessário.
- Sou o que? - ela perguntou em um sussurro, com os lábios ainda colados aos meus.
- É… - eu mal conseguia falar, só queria beijá-la.
- Sou…
- Linda, perfeita. - finalmente terminei a frase, quando percebi que ela realmente queria que eu continuasse. Senti seus lábios curvarem em um sorriso quando ainda nos meus.
- Dizem que precisa ser bonita para ser modelo. - ela riu. Não acredito que ela tinha forças para fazer piadas em uma hora como essa. Ainda mais uma piada se achando tanto. Nossa, ela era realmente perfeita para mim. Nota mental: me certificar de que a verei novamente depois dessa noite.
     Ri junto com ela, soltando o ar que eu não fazia ideia de que estava prendendo.
     Olhei em seus olhos por um segundo e os vi brilhar. Desejo, talvez? Tenho certeza de que os meus também continham essa chama presente nos dela. Voltei a beijá-la violentamente e ela deu um fim à minha cueca preta. Desci lentamente a sua calcinha, a torturando e sentindo o resultado dessa tortura na força com que suas unhas arranhavam minhas costas. E ok, eu estava errado quando disse que ela não estava afim de preliminares. Em um impulso ela girou nossos corpos, ficando por cima e começou a distribuir beijos pelo meu corpo, chegando ao meu amigo lá embaixo. Ela o pegou e olhou para mim, como se pensando o que iria fazer comigo. Seja piedosa, por favor.
     Ou não.
     Depositou um beijo na ponta e passou a língua por toda a extensão, me fazendo soltar um gemido meio alto. Barbara se demorava tanto em suas ações que eu entrelacei meus dedos em seu cabelo, a orientando para certos pontos. Não dava mais. A puxei pelos braços de modo ao seu rosto ficar à frente do meu e vi seus lábios formarem um bico. Não podia deixar de retribuir brevemente o favor. Se fosse uma garota normal de uma noite, eu não me preocuparia, mas como mencionei antes, gostaria de reencontrá-la. Não poderia deixá-la frustrada. Olhei em seus olhos e quando ela menos esperava, a penetrei com dois de meus dedos. Ela soltou um gemido e em alguns movimentos, estava ofegante. Estimulei seu clitóris com meu polegar por mais alguns segundos, mas não a deixei chegar em seu limite. Retomei a minha posição por cima de seu corpo, coloquei a camisinha que havia deixado ali e a penetrei com força, sem aviso. 
     Eu aumentava o ritmo, e os gemidos - de ambos - também aumentavam gradativamente. Ela arranhava com suas unhas compridas todas as partes de meu corpo que estavam ao seu alcance.
     Fui diminuindo e aumentando o ritmo, a torturando um pouco. Ela suspirava a cada investida, o que me incentivava a ir mais fundo. Quando vi que estava chegando ao clímax, aumentei novamente a velocidade, me abaixando de modo a conseguir beijar seus seios e dar leves lambidas por ali. Gozei, mas fiz questão de não parar para satisfazê-la da mesma forma. Eu até que estava bondoso hoje. Quando ela chegou ao seu limite, caí por cima de seu corpo, exausto. Pensando que poderia machucá-la com meu peso, caí para ficar ao seu lado na cama. 

     Ela sorriu para mim e passou as unhas pelos fios molhados de suor do meu cabelo. Quando nossas respirações pareceram se normalizar, cheguei mais perto de seu rosto e a beijei, dessa vez mais calmamente.
     Ficamos vários minutos sem dizer nada. Até que eu me toquei de que deveria ir embora, mesmo contra minha vontade.
     Me sentei na cama e comecei a procurar minhas roupas, que não estavam tão longe. Vesti apenas a cueca e a calça, ainda estava com calor demais para o resto. Me apoiei por cima de Barbara para beijá-la mais uma vez, mas tudo que consegui foi um selinho enquanto a senti apalpar meu bolso traseiro em busca de algo. Tirou meu celular de lá e digitou algumas coisas.
- Você vai me ligar? - ela perguntou. - Ou fui só um caso de uma noite? - continuou.
     Como ela havia sido bem melhor que todas as outras, a resposta era meio óbvia.
- Lógico que vou te ligar. - ela sorriu com a minha resposta e devolveu o aparelho ao meu bolso.
- Então acho que você merece ganhar isso. - ela disse, me puxando pela nuca e colando nossos lábios, iniciando um beijo lento, daqueles que você fica querendo mais e mais a cada segundo que se passa.
     Separamos nossas bocas por falta de ar e eu me levantei.
- Tenho que ir.
- Tchau. - ela me mandou mais um beijo.
- Eu te ligo.
- Vou esperar.
     Analisei sua figura mais uma vez e saí do quarto, carregando o resto do meu disfarce.

hm... o que acharam? escrevi essa one shot no avião, e por incrível que pareça antes do escândalo das fotos do justin fumando haha vidente.
não pretendo fazer parte 2, antes que alguém pergunte, nem tem muita história pra alongar aí né? 
quotando a camila (mainedrauhl): fuck me hard before u go ao som de love me like you do. 
ai meu sonho, fim. 

espero que tenham gostado. se tiverem lido, favor marcar o quadradinho "oi eu li" e falar sobre o que achou comigo no twitter @benzodrauhl xx

att 15/01 acho que vocês me convenceram a fazer mais partes dessa one shot. gostei tanto dos personagens e vejo que vocês tambem gostaram, logo vou pensar em umas coisas e vou escrever, mas não vai ter uma trama, serão só encontros aleatórios dos dois

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O que é uma fic ONE SHOT.

Muitas de vocês devem saber, mas é sempre bom explicar, para que não hajam dúvidas.
Uma fic ONE SHOT, é uma fic de um "capítulo" só. Uma história em um só post.
Tem umas horas, tipo agora - 04:09 da madrugada - ou no meio da aula assim que me dá esses ataques de não to com sono, ou não vou prestar atenção aí ou eu vejo séries (se eu estou em casa) ou eu escrevo alguma coisa (sabe quando você começa quando um pensamento de última folha do caderno? pois é). Acabei de escrever uma one shot, ficou ridícula, mas dá pro gasto em um momento de tédio, um dia eu posto ela aqui hahahhaha
blablabla beijos da laulau que ama vcss ☺☻